Fedra e Hipólito

DATA 21/06/2013

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Grande Teatro Palácio das Artes recebe de 15 a 21 de junho a ópera Fedra e HIpólito

Última Atualização: 27/05/2013

De 15 a 21 de junho, o Grande Teatro Palácio das Artes recebe a estreia mundial da ópera Fedra e Hipólito. Afrodite, como vingança por Hipólito não ter por ela a mesma devoção que tem por Ártemis e por ciúmes e inveja desta, provoca em Fedra uma paixão impossível por seu enteado. É neste cenário de paixão, sedução, traição e conflitos que se passa a história de Fedra e Hipólito.

A ópera Fedra e Hipólito é baseada na tragédia Hippolytus, do dramaturgo e poeta do iluminismo grego Eurípedes (480 a.C). Christopher Park - que também é responsável pela autoria do libreto - fez a leitura musical da obra em outubro de 2009, no Mannes College of Music, localizado no Upper West Side de Manhattan, em Nova York. Na plateia estavam Lúcia Tristão e o maestro mineiro Luiz Aguiar, que se encantaram com a apresentação. “Fiquei emocionada com a música. O encantamento foi tamanho, que convidei o Christopher Park para fazer a primeira audição mundial no Brasil, sob a minha produção


Fedra e Hipólito - História
Hipólito, filho do rei Teseu, enfureceu Afrodite, a deusa do amor, ajudando Ártemis, a deusa da castidade. Como punição Afrodite fez com que a rainha Fedra, a madastra de Hipólito, o desejasse. Fedra, envergonhada por seus sentimentos, desabafou com sua aia, que logo em seguida a traiu contando seu segredo para Hipólito. Para proteger sua reputação, Fedra decide tirar sua própria vida, mas antes deixou uma carta acusando Hipólito de violentá-la. Teseu, ao seu retorno de delfi, soube que sua esposa tinha morrido. Ávido para saber a causa de sua morte, ele exige que membros da sua família revelem a verdade da falsa carta que Fedra deixou.

Teseu confrontou Hipólito com o que ele acreditava ser a evidência de seu crime. Apesar da certeza da sua inocência, o filho da virgem aceita o exílio de punição de seu pai. Inflexível aos apelos de perdão de seu povo, o rei chama seu próprio pai, Poseidon, para matar seu filho. O rei dos mares, surgindo de ondas do formato de um touro, ameaçou os cavalos de Hipólito que corriam selvagens conduzindo seu dono pela praia. Agonizando, Hipólito conversa com um espírito de outro mundo o qual pensava ser Ártemis. Na verdade esse espírito era de Fedra, que vinha como uma leve e doce brisa, que veio para guiá-lo ao mundo subterrâneo e desejar- lhe um último adeus. Enfim, a voz de Ártemis revelou a Teseu o plano vingativo de Afrodite e confirmou a inocência de Fedra e a pureza de Hipólito.

Serviço:

Música, Libreto, Direção Musical e Regência
: Christopher Park
Concepção, Direção Geral Artística e Cênica: Fernando Bicudo
Produção, Idealização e Direção Geral do Projeto: Lúcia Tristão
Cenários: Hélio Eichbauer
Figurinos: Karema Deodato
Iluminação: Maneco Quinderé
Vídeo Designers: Fabio Passos e Fred Tolipan
Coreografia: Alexander Filipov
Realização: Associação Amigas da Cultura
Elenco: Leila Guimarães, Rita Medeiros, Max Wilson, Anibal Mancini, Leonardo Páscoa, Fabrízio Claussen, Malena Dayen, Luisa Francesconi, Juliana Franco,  Nívea Raf, André Fernando, Cristiano Rocha e Lilian Assumpção
Orquestra Sinfônica de Minas Gerais  |  Coral Lírico de Minas Gerais | Bailarinos Convidados: Sesc Cia de Dança
Récitas: 15, 18, 20 e 21 de junho, às 20h30, e no dia 16, às 19h
Local: Grande Teatro do Palácio das Artes
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia entrada)
Classificação: 10 anos
Duração: 2h30
 

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